Tractfy · Como funciona · 2026

Treze etapas, do keyword ao artigo publicado.

Tractfy não é um chat de IA. É uma esteira de produção determinística com treze etapas, dois pontos de aprovação humana, e métricas observáveis em cada passo. Cada artigo passa pela mesma rota; cada decisão fica registrada; cada citação é verificada contra a fonte original.


A esteira

  1. Análise de keyword. Buscamos o resultado da pesquisa ao vivo no Google (via Serper). A IA lê os dez primeiros resultados e produz um briefing curto: intenção do leitor, audiência, comprimento ideal, tom, sinais de brand voice.
  2. Pesquisa orquestrada. Um modelo de raciocínio decompõe o briefing em cinco a sete subtemas. Para cada subtema, um agente de pesquisa busca fontes via Tavily, abre os links e extrai afirmações ancoradas ao trecho exato da fonte. Resultado: uma tabela onde cada afirmação está atribuída a uma fonte verificável. Sem alucinação possível — se a fonte não diz, a afirmação sai.
  3. Expansão por idioma. O artigo é ramificado para cada idioma ativo do cliente — uma trilha de produção própria por língua, ligada às demais por um grupo de tradução: mesma estrutura, mesmas fontes, copy nativa em cada idioma.
  4. Outline. A hierarquia de seções do artigo é montada e ancorada na tabela de fontes. Cada seção recebe título, um blurb de duas linhas e a lista de fontes que serão citadas ali.
  5. Aprovação humana — primeira. Você abre o outline. Aprova ou edita. Se for o primeiro artigo de um cluster, vira template — os próximos artigos similares pulam essa etapa automaticamente. Esse é o mecanismo que viabiliza quatro posts por dia sem revisar cada um.
  6. Drafting por seção. Cada seção do outline vira uma chamada de IA com prompt caching: brand voice cacheado por uma hora, tabela de fontes por cinco minutos. Resultado prático: 70 a 90 por cento de redução no custo de input em relação a gerar do zero a cada artigo.
  7. Verificação de citação. Cada citação do rascunho é confrontada contra a fonte original. Desvio entre o que o artigo diz e o que a fonte realmente diz = reescrita ou remoção. Nada citado sem que a fonte sustente.
  8. Avaliação de qualidade. Um modelo-juiz pontua o artigo em cinco eixos: fidelidade às fontes, aderência ao brand voice, score SEO, cobertura de citações e legibilidade. Abaixo do limite, o artigo volta para o drafting.
  9. Polimento. Uma última passada de brand voice cuida de ritmo de frase, escolha lexical e transições — o que sobrevive entre superfícies: o Google ranqueia, o ChatGPT lê, o leitor humano gosta.
  10. Schema. Geração do JSON-LD (Article, FAQPage, HowTo e Speakable) — a marcação estruturada que faz buscadores e assistentes de IA entenderem o artigo e o citarem como fonte.
  11. Imagem destacada. Seleção da imagem de capa no Pexels, com crédito e atribuição corretos.
  12. Aprovação humana — segunda. Você revisa o artigo final por inteiro — texto, citações, schema e imagem — antes de qualquer publicação. Aprova ou devolve com ajustes.
  13. Publicação. O artigo é publicado no seu WordPress via REST API e o cache do CDN é purgado. O artigo está vivo — e cada decisão do caminho ficou registrada e auditável.