Como funciona

Tractfy · Como funciona · 2026

Nove etapas, do keyword ao artigo publicado.

Tractfy não é um chat de IA. É uma esteira de produção determinística com nove etapas, dois pontos de aprovação humana, e métricas observáveis em cada passo. Cada artigo passa pela mesma rota; cada decisão fica registrada; cada citação é verificada contra a fonte original.


A esteira

  1. Análise de keyword. Buscamos o resultado da pesquisa ao vivo no Google (via Serper). Claude Haiku 4.5 lê os dez primeiros resultados e produz um briefing curto: intenção do leitor, audiência, comprimento ideal, tom, sinais de brand voice.
  2. Pesquisa orquestrada. Claude Opus 4.7 (modelo mais caro, usado só onde o raciocínio importa) decompõe o briefing em cinco a sete subtemas. Para cada subtema, um agente Sonnet 4.6 busca fontes via Tavily, abre os links, e extrai afirmações com a Citations API da Anthropic. Resultado: uma tabela onde cada afirmação está atribuída a uma fonte verificável. Sem alucinação possível — se a fonte não diz, a afirmação sai.
  3. Outline. Sonnet 4.6 monta a hierarquia de seções do artigo, ancorada na tabela de fontes. Cada seção tem título, blurb de duas linhas, e a lista de fontes que vão ser citadas ali.
  4. Aprovação humana — primeira. Você abre o outline. Aprova ou edita. Se for o primeiro artigo de um cluster, vira template — os próximos vinte artigos similares pulam essa etapa automaticamente. Esse é o mecanismo que viabiliza vinte posts por dia sem revisar cada um.
  5. Drafting por seção. Cada seção do outline vira uma chamada de Sonnet 4.6 com prompt caching: brand voice cacheado por uma hora, tabela de fontes por cinco minutos. Resultado prático: 70 a 90 por cento de redução no custo de input em relação a gerar do zero a cada artigo.
  6. Verificação de citação. Haiku 4.5 (modelo barato) percorre cada citação no rascunho e confronta contra a fonte via Citations API. Desvio entre o que o artigo diz e o que a fonte realmente diz = reescrita ou remoção. Nada citado sem que a fonte sustente.
  7. Avaliação de qualidade. Um juiz Sonnet 4.6 pontua o artigo em cinco eixos: fidelidade às fontes, aderência ao brand voice, score SEO, cobertura de citações, legibilidade. Abaixo do limite, volta pro drafter.
  8. Polimento. Opus 4.7 com effort alto faz uma última passada de brand voice. É o passe que cuida de ritmo de frase, escolha lexical, transições — coisas que sobrevivem entre superfícies (Google ranqueia, ChatGPT lê, leitor humano gosta).
  9. Schema e publicação. Haiku 4.5 gera o JSON-LD (Article + FAQPage + HowTo + Speakable). Pega imagem destacada do Pexels. Publica no seu WordPress via REST API com a sua Application Password. Cache do Cloudflare é purgado. O artigo está vivo.

Por que esta esteira, e não outra

Tudo poderia ser feito num único prompt gigante para Claude Opus 4.7 — e algumas plataformas fazem assim. O problema é triplo: custo (cerca de US$ 1,27 por artigo, contra os nossos US$ 0,49), qualidade inconsistente (sem ponto de aprovação humana nem verificação de citação), e zero observabilidade (você não sabe onde travou se travar).

A esteira de nove etapas com cascata de modelos (Opus para raciocínio, Sonnet para o grosso, Haiku para tarefas leves) custa 2,6 vezes menos. As duas aprovações humanas mantêm você no controle. As citações verificadas eliminam alucinação. A modularidade significa que se uma etapa quebrar, retomamos do checkpoint anterior — não recomeçamos do zero.